The Originals: “Après Moi, Le Déluge” 1x11 [Review]
Eis que The Originals apresenta sua verdadeira trama,
naquele que já pode ser chamado de melhor episódio da temporada.
naquele que já pode ser chamado de melhor episódio da temporada.
Não sou advinha; logo, não faço a menor idéia de como serão os próximos episódios de The Originals. Mas, com certeza absoluta, posso cravar que “Après Moi, Le Déluge” foi um excelente episódio, concluindo uma trama, não deixando ponta solta, pra que nos fosse entregue o verdadeiro “plot” da temporada: fazer com que uma poderosa bruxa receba mais poder. Com qual objetivo? Bem, vamos lá.
O episódio começa com Elijah explicando para Hayley e Klaus sobre a relação ente Vampiros e Bruxos. Segundo ele, antes de Davina, apenas uma bruxa havia sido tão poderosa: sua amada Celeste. Enquanto isso, acompanhamos Davina reagir com toda violência perante os avanços de reconciliação de Marcel. A bruxinha não aceita a morte do namoradinho e isso lhe causa uma instabilidade psicológica que trará uma grande conseqüência: liberar a magia que ela tem represada dentro de si desde o ritual da Colheita e que não foi devolvida à Terra.
Quando Davina começa a vomitar terra e terremotos agitam New Orleans, essa se torna a oportunidade para Sophie convencer Klaus & Cia a terminar o ritual da colheita, afirmando que os terremotos foram a primeira das manifestações dos 4 elementos: terra, vento, água e fogo. Porém, Marcel não concorda em entregar Davina pra morte certa e foge com a garota. Enquanto isso, Sophie tenta convocar os poderes de Celeste utilizando seus ossos, mas sem sucesso. Quando tudo parecia perdido, Elijah sugere que ele e os irmãos enterrem a mãe, a bruxa original, para que assim Sophie possa consagrá-la e pegar seus poderes. A cara de alegria de Klaus é impagável, ao perceber que poderia salvar a cidade mesmo tendo que devolver os poderes às bruxas. Nesse ponto, pra aqueles que não acompanharam The Vampire Diaries, há um mini resumo sobre a mãe-original, na qual eles informam que Klaus a matou após ela tentar matar ele e os irmãos.
“Isso não é uma Democracia; é Família” – Klaus e Elijah
Rebekah consegue encontrar Marcel e Davina e tenta
convencê-los a voltar pra completar o ritual. A cena de Davina explicando para
Marcel que entendia que devia morrer foi tocante. Palmas para Danielle Campbell.
Enquanto isso, a mãe original é enterrada e Sophie inicia o ritual de
consagração. Em uma belíssima cena, com o fogo acompanhando o caminhar de
Marcel, o vampiro entrega Davina e a bruxinha tem o pescoço cortado por Sophie.
Pode-se sentir o sofrimento de todos, principalmente o de Hayley que vira o
rosto (não entendi o porquê Rebekah fecha os olhos, afinal, ela já fez pior com
muito pescocinho por aí!). Provando ser a pior bruxa de todos os tempos, Sophie
não consegue realizar a Colheita e as meninas não voltam à vida: Davina e as
demais permanecem mortas. Foi angustiante ver o olhar de todos e ouvir os
pedidos de Sophie para que o ritual fosse completado. Marcel culpa Klaus pela
morte de Davina, mas o híbrido original o abraça e revela que o que ele está
sentindo ele também já sentiu quando achou que seu protegido estava morto. A
cena foi emocionante, em uma excelente interpretação de Joseph Morgan e Charles
Michael Davis.
Ao final, Klaus e Rebekah conversam e a dúvida surge: se o
ritual não funcionou, pra onde foi todo o poder que saiu de Davina? Então somos
surpreendidos por Sabine realizando algum ritual e a velha anciã do ritual de
Davina aparecer cambaleando no cemitério, junto com dois outros anciãos que
foram convocados. Os três se encontram com Sabine, que pede para ser chamada
pelo seu verdadeiro nome: Celeste. Aí entendemos porque os rituais realizados
por Sophie não deram certo: Celeste já havia sido consagrada e precisava dos
poderes das quatro bruxinhas para se revelar. Mas, qual seu plano? Por que ela
trouxe três anciãos? E Davina, continuará morta? Sinceramente, espero que não.
Além de tudo isso (ufa!), ainda tivemos o retorno da família
de quatro patas de Klaus, mantida na igreja pelo Padre-Gato com o apoio de
Klaus; Elijah e Hayley discutindo e depois quase se beijando (again!); Klaus
aconselhando Hayley e contando um pouco mais sobre si; e Rebekah reafirmando a
Thierry sua vontade de libertá-lo e destruir o irmão e Marcel.
Com esse final, percebemos o quão certo foi o dizer de Rebekah: “Mate um demônio hoje e enfrente o diabo amanhã”.
Com esse final, percebemos o quão certo foi o dizer de Rebekah: “Mate um demônio hoje e enfrente o diabo amanhã”.


