Falling Skies: “Exodus” – 4x03 [Review]
Nesse episódio, ao meu ver, as coisas começaram a se
encaixar na história e um rumo também pode ser notado. Dois grandes momentos:
Pope, o anti-herói que você deve amar ou odiar; e Lexi revelando o que já
esperávamos, que ela é hibrida de humano com Espheni (pobre Tom Mason).
Mesmo com um crescimento acelerado, dá para perceber que
Lexi não acompanha o sue crescimento mentalmente, pois a sua ingenuidade muito
se assemelha a uma criança curiosa tentando descobrir o mundo. Esta
personalidade confusa pode ser melhor explorada, pois em diversos momentos ela
soa como inflexível e até mesmo vazia, sendo influenciada a todo momento por
tudo e por todos. Tirando aquele papo de miss Brasil “quero paz”, ela conseguiu
se rum pouco mais firme quando Maggie apontou uma arma para ela.
Uma das narrativas que eu acreditei que fosse se enrolar
até o final da temporada, ao menos foi concluída. Uma parte da 2ª Mass que
acompanhava Anne, conseguiu chegar a China Town, lugar onde Lexi, Bem e os
demais estão vivendo. Com um instinto materno, Anne reconheceu a filha, agora
precisamos saber qual rumo essa grande grupo tomará. Ficar em China Town ou ir
atrás de Tom e os demais.
Já no campo de concentração nazista, digo, Espheni, a
pequena Mira coloca Matt em perigo ao tentar adiantar os planos de fugas deles.
Mas a boa notícia é que Cochise está observando o pequeno Mason, quem sabe um
resgate aconteça antes de uma fatalidade.
O ponto alto do episódio realmente foi com Pope usando a
armadura improvisada para passar pelo campo de força, com uma bomba que não
adiantou muita coisa, mas Pope deu um jeito para que a missão fosse realizada com
sucesso, assim o povo que estava vivendo o caso nas mãos dos alienígenas pode
fugir.
O grande lema do episódio realmente foi “Temos que
confiar uns nos outros. E vamos começar agora”, disse Tom para Pope.


